10 de jan. de 2012

VIAGEM AO DESERTO DE ATACAMA 14º E 15º DIA 1100KM

MINHA FILHA





MINHA ESPOSA





MARIO E FILHO







MARIO EM CAXIAS DO SUL COM A FAMÍLIA




Neste que seria nosso último dia de viagem meu amigo MARIO resolveu ficar em CAXIAS DO SUL na casa de sua irmã, sua mãe e pai também estavam por la, eu resolvi chegar até em casa neste dia, seria uma tocada longa e cansativa, então partimos de Uruguaiana tarde já por volta das 09:00 hrs, o mergulho na piscina e a cerveja na noite passada foi até tarde e a preguiça de manha tomou conta de nós, enfim tomamos o verdadeiro café da manhã, só o Brasil é assim, digo, fartura no café para começar o dia já com bastante energia, algo em que nossos hermanos não costumam a fazer, um verdadeiro café da manhã. Seguimos para SÃO BORJA não abastecemos achamos que até lá não seria preciso, engano nosso, a 17 km de SÃO BORJA as motocas pararam, então se fez útil a gasolina reserva, já era hora de usar mesmo ela ja tinha viajado muito de carona. Após seguimos ate IJUÍ e no trevo da cidade em um posto de combustível eu e meu amigo MARIO nos despedimos com aquele forte abraço de amigo e com a certeza de dever e sonho realizado, seu caminho de agora em diante seria outro. Vá com Deus meu amigo sua família o espera.



Acho que exagerei no café, não podia ver um posto que logo parava, segunda vez na viagem ficar ruim é ruim. Cheguei em VACARIA as 17:45 cansado pra caramba, já havia colocado quase as guampas para fora como dizem os gaúchos, liguei para casa e minha esposa falara que estava chovendo a dias por la ,então pensei, não estou bem é tarde e descer a serra com chuva e a noite só para chegar hoje mesmo e mais cansado não vale o sacrifício, optei em ficar por VACARIA e concluir a viagem logo pela manahã bem cedo. Conclui os 350km finais pela manhã; bem recuperado do gorgomilho e ainda cheguei com o almoço me esperando, não poderia ter sido melhor, adoro andar de moto e viajar, viajar e viajar.



Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sobre o próprio teto.



Um homen precisa viajar para lugares que não conhece, para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como imaginamos e não simplesmente como é ou pode ser; Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir VER.

TOTAL DA VIAGEM 7660KM



QUERO AGRADECER A MINHA ESPOSA E FILHA PELO APOIO NA REALIZAÇÃO DE MAIS UM SONHO E QUERO AGRADECER AO MEU AMIGO E PARCEIRO MARIO TAMBÉM INTEGRANTE DESTE BLOGGER PELA CORDIAL COMPANHIA NESTA VIAGEM.













































8 de jan. de 2012

VIAGEM AO DESERTO DE ATACAMA 13º DIA 731km




PONTE EM URUGUAIANA



NAO DEIXE NADA SOLTO NA MOTOCA, O ESCAPE PODE QUEIMAR


PULIÇA TENTANDO A PROPINA
















POR DO SOL EM PONTE SOBRE DIVISA BRASIL E ARGENTINA


TERRINHA ABENÇOADA



PISCINA DO HOTEL EM URUGUAIANA



OLHA A MARREQUINHA D´AGUA AI................


Como é chegado o grande dia da partida também é chegado o grande dia da chegada e a ansiedade já esta tomando conta e os deveres profissionais também devem ser compridos. Estamos no dia 08/01/2012 e no dia 11/01/2012 devo estar em casa o dever do trabalho me chama. Li em um livro que os acidentes em viagem acontecem sempre perto de casa o porque é simples, na saída a ansiedade toma conta e você, você esta eufórico para seguir, já na volta esta eufórico para chegar, e como o caminho é conhecido ele cega a todos e esconde o maior do perigo.

Partimos de LUQUE por volta das 09:00 seguimos pela ruta 19, o dia estava tranquilo é dia de domingo quase ninguém na estrada somente nós, éramos os donos do pedaço, éramos pois ao passar pela cidade de SAN FRANCISCO fomos abortados por um guarda municipal que nos escoltou até a margem da pista com a sirene ligada gesticulava para parar, o MARIO parou mais a frente em uma sombra e eu tive que encarar a figura, me pediu passaporte documentação da moto e o seguro carta verde exigido por lei nos países do merco sul ( seguro contra acidentes) ele alegou que o MARIO trafegava no acostamento e que eu havia ultrapassado em faixa dupla e que ambos haviam furado o semáforo em farol amarelo, resumindo: = MULTA de $ 850 pesos equivalente a 340,00r$ mas na realidade o que ele queria era dar uma mordida na nossa grana é como eu mencionei dias antes, a corrupção na argentina por parte da polícia rodoviária é um absurdo é sua palavra contra a dele, então falei pode lavrar as multas vou pagar na fronteira em um tom rígido! no! no! disse ele: tienes que pagar a cá. Domingo, meio dia, pagar para quem? me engana que eu gosto indaguei! e ele me perguntou : o que haces in brasil?( o que você faz no brasil?) repondi: jo soy abogado ( eu sou advogado, menti é claro) foi um banho de agua fria no puliça que já em um tom mais manso falou que não poderíamos pagar as multas na aduana e que teria que ser efetuada o pagamento na própria província e que se eu até pagasse ali ele poderia fazer por menos bla bla bla bla! eu falei que conhecia a legislação argentina e que não funciona assim e o MARIO esperto do outro lado bate fotos e faz algum tipo de barrulho no intercomunicador do capacete que eu segurava nas mãos o puliça percebe o ruído argumenta no que se trata e pede que aparato é esse no capacete, eu digo é coisa de motociclista, abro a carteira, nela consta 40,00$ pesos dou a ele, ele me entrega meus documentos e boa viagem!

Ate fiquei com dó do puliça nem os dentes frontais ele tinha.

E vamos seguindo 130km a diante chegamos a SANTA FÉ onde agora a atração é cruzar o túnel supterraneo que o liga a PARANÁ este túnel também é uma obra da engenharia, pois cruza o rio ponta a ponta, a velocidade máxima permitida é de 40km/h e leva em torno de 4 minutos a sua atravessia uma verdadeira atração vale conferir. Após esta atravessia seguimos para FEDERAL em uma estrada também já conhecida mas que a um ano antes era possível de se transitar tranquilamente a uma velocidade de 130km/h mas que este ano não era possível passar de 30km/h por certos trechos tamanha era o estrago nas pistas, confesso já rodei 39000km em solo Argentino e Chileno e Urugauaio e nunca presenciei estrada tão ruim como esta, é claro falo em solo estrangeiro pois para nós brasileiros isso é normal e digamos, argentinos e chilenos sabem fazer estrada de verdade.Chegamos a uruguaiana no final da tarde, fizemos a documentação de saída da argentina e nos hospedamos em um hotel a metros da fronteira agora com direito a piscina e cerveja, ao cruzar a ponte da divisa o por do sol nos brindou com seus últimos raios do dia e o que eu escutava no momento era um maluco acelerando como louco na ponte e gritando BRASIL, BRASIL JO TE AMO BRASIL advinha de quem eu estou comentando. km do dia 731km

7 de jan. de 2012

VIAGEM AO DESERTO DE ATACAMA 12º DIA 738 km


















E TEM UVA LA EM CIMA


TA RECLAMANDO DO QUE MARIO KKKKKK




RAPAZIADA DO RIO GRENDE DO SUL




DONA DO HOTEL COM OS GAUDERIOS CAFÉ, CHAO BATIDO E TV SÓ NA ARGENTINA


Acordar logo cedo pela manha é algo muito bom, principalmente se o dia anterior for um dia exaustivo e se a noite de sono for boa, acordar cedo com o sol brilhando logo as 06:00 abrir a cortina do quarto e visualizar um lindo parreiral de uva que toma toda a varanda e garagem do simples hotel em que pernoitamos nos da uma energia positiva, abri a porta do quarto e de frente esta um carro muito antigo que pertence a dona e viúva do hotel, o serviço de café esta sendo servido e olha que lindo lugar para se tomar um café, debaixo do parreiral de uva em uma mesinha muito modesta e com direito a televisor e tudo, isso mesmo a céu aberto digo: o céu não esta visível mais sim bastante uvas ali mesmo é só esticar o braço e saboreá-las, escrevendo mais parece um hotel de cinco estrelas, mais foi o mais simples e modesto hotel em que ficamos em nossa viagem até aqui. Logo que tomávamos nosso café nossos conterrâneos de rio grande do sul nos fizeram companhia em uma mesa ao lado, brincamos com a situação tiramos algumas fotos com nossos vizinhos de mesa e de estado, nos despedimos com aquele abraço de boa viagem companheiro e que Deus os abençoe e rumamos para a estrada. Logo que saímos perguntei ao meu colega MARIO como seria se fosse tudo ao contrário, como assim disse ele: se ao acordar cedo abrir a janela e avistar aquela chuva aonde tomaríamos nosso café? rindo respondeu meu caro amigo que seria no quarto pois quando ele no dia anterior reservou o hotel a humilde senhora a ele perguntou aonde querem tomar se café da manha? no quarto ou no jardim, lógico que ele escolheu o jardim, mas se chove!

Seguimos caminho a BRASIL distante de SAN JUAN a exatos 1450km entrando em uruguaiana, nossa viagem de retorno estava prevista para mais trez dias em um total restante até entao de 2550km, optamos em cortar caminho pela província de CÓRDOBA lugar este já conhecido por nós, é a distancia mais curta a percorrer então por isso a optamos ao invés de ir a capital federal e ter que atravessar o Uruguai de ponta a ponta. A ruta 20 é nosso destino queremos chegar no mínimo a ALTA GRACIA terra de del tche onde se encontra o museu ERNESTO CHE GUEVARA tambem ja conhecido por nós , então a cidade será só de passagem estamos rumando para nossa casa, a essa altura a saudade da família e amigos já é mais forte. Logo após 60km de nossa saída fomos surpreendidos por um vento forte que nos fez companhia por todo o dia e se tem algo que me deixa maluco e pé da vida é vento durante a viagem de moto, já estou um pouco traumatizado com vento devido a viagem que fizemos a ushuaia onde o vento que pegamos chegava a 120 km/h é impossível pilotar ali ate caminhar não se consegue, por sorte este vento não chegava a esta velocidade mas que incomodou incomodou e muito, tivemos que andar com a moto inclinada para poder andar em linha reta, isso se o vento for constante, mas acontecem razadas com um certo intervalo e a cada curva o sentido do vento muda é preciso cautela e muita atenção, também não se pode andar a uma velocidade muito baixa, é preciso estar uma velocidade um pouco mais alta que a velocidade do vento para conseguir atravessar esta zona ventosa e esta etapa da viagem com ventos pode ser de algumas centenas de metros ou algumas centenas de kilometros, e para o nosso azar este vento nos acompanhou pelo dia inteiro nos exatos 700km de toda a viagem. Passamos pelas serras de CÓRDOBA mais precisamente por CARLOS PAZ uma cidade muito gostosa que ao seu entorno esta repleta de cabanas para locação, CARLOS PAZ é um tipo de refúgio de verão, esta localizada a uma altitude superior a 2000 m.s n. m, portanto sua temperatura é mais amena tornando este lugar muito procurado por turistas, após também passamos por ALTA GRACIA e pernoitamos na cidade de LUQUE distante 70 KM de CÓRDOBA. KM DO DIA 738



























6 de jan. de 2012

VIAGEM AO DESERTO DE ATACAMA 11º DIA 476 km






TOPO DA CORDILHEIRA



OLHA O MALA



TA FRIO!



MAIS UM CATARINENSE













GELO MESMO NO VERÃO







OLHA O MARIO PARECE TRAFICANTE DISTRIBUINDO COCA



DE UM LADO CHILE DO OUTRO ARGENTINA



OS GAUCHOS NA FRONTEIRA









DA NELE RÍPIO!









VIEMOS LA DE BAIXO!








REPRESA


















E SUBINDO E SUBINDO!
















ADUANA DE CHILE











Bem chegou o grande dia, dia em que subiríamos o paso aguas negras, acordamos cedo e aquela velha rotina se repetia, café, arrumar a bagagem ajeitar tudo na moto, lubrificar a corrente abastecer e pegar a estrada, estávamos ansiosos, o dia estava lindo e já na saída começamos a mascar as folhas de coca para combater o efeito da altitude.

Saímos de VICUNÃ por volta de 8:00 hrs e por mais 93 km era asfaltado margeando o rio do degelo e plantações dos dois lados da pista e bastante parreirais de uva.No término do asfalto chegamos a aduana chilena e após 00:15 minutos já estávamos com a documentação de saída do Chile em dia, batemos algumas fotos da fronteira e seguimos em frente, agora estávamos a 236 metros a cima do nível do mar, a estrada é rípio uma espécie de macadame só que com pedras roliças onde você fica deslizando de um lado para o outro continuamente.

Vinte kilometros adiante segue em uma sequência de curvas que também margeia o rio do degelo e logo começa a subir com curvas para a direita e para a esquerda, sempre alternando de um lado da montanha para o outro lado, confesso é alucinante, você sobe e só da aquela espiadinha para o lado avistando a estrada por onde passou a alguns minutos tudo isso la mais la em baixo, da arrepios, neste caminho somente avistamos um criador de cabras e isso já a uma altura de 2200 metros e a pergunta é: como vivem e como se alimentam essas cabras? sei la mas magras não estavam não, seguimos caminho serpenteando as montanhas e ao longo dos 3300 metros de altitude se avista uma represa bem em uma chapada, esta represa é artificial é resultado do degelo da cordilheira, serve para abastecimento da lavoura e da população la em baixo nas vilas e cidades, batemos fotos da represa e seguimos adiante, desta altitude em diante já é possível sentir os efeitos da altitude o cansaço e as tonturas já são mais frequentes e as paradas para se apreciar a paisagem e tirar fotos já ficam quase para traz.

Este trajeto em diante que é de 35oo metros até o topo requer mais atenção, a estrada é estreita, sinuosa e muito íngreme e durante o caminho passam camionetes e motos, não com muita frequência mais se avista bastante turista por la, principalmente brasileiros viajando quer seja de carro ou moto.

Ao chegarmos no topo a altitude era de quase 4900 metros e a simples açao de descer da moto já é um sacrifício total, eu sentia muita dor de cabeça náusea e falta de ar, era como meu parceiro MARIO dizia: meu medo era tanto que se eu tivesse que soltar gases acho que de grátis viria um molho junto.

La no topo nos deparamos com trez rapazes do RIO GRANDE DO SUL que juntos viajavam em uma carro e duas motos, eles estavam cruzando este paso e rumando sentido sul para a carretera austral, viagem esta que fiz a um ano a traz. ( a carretera austral no Chile é considerada a quarta estrada mais linda do mundo).

Trocamos algumas palavras e já de cara demos muitas rizadas com estas figuras, o motorista do carro parecia que estava bêbado, tamanho era o efeito da altitude sobre ele, é estranho como este efeito é diferente sobre cada organismo, no meu caso sinto muita dor de cabeça e náusea, uns sentem tanta falta de ar e passam mal, outros como era o caso deste gaúcho ficam tontos e andam como se estivessem bêbados, já tem ha sortudos que não sentem absolutamente nada.

Demos a eles um pouco de nossas folhas de coca nos despedimos e seguimos adiante e agora é descer. Logo na descida começou a nevar e já mudou um pouco a paisagem. A descida do lado argentino não é Tao brusca como a subida no Chile, pois deste lado você desce de 4900 metros para 2200 metros até a aduana na Argentina em 145 km e permanece nesta altitude por mais umas centenas de kilometros, já a nossa subida foi um pancadão, subimos de 236 metros a 4900 metros em apenas 92 km, dando uma média de 49 metros de altura por km rodado então se você for passar por esta fronteira sentido Argentina para o Chile não sentirá muito o efeito da altitude porque você já virá se aclimatando desde SAN JUAN que fica a 400km distante, mas já no sentido oposto o efeito será maior devido a subida muito íngreme em poucos kilometros.

A estrada no lado Argentino também é pior, há muita construção de pontes, desvio de rios devido ao túnel que estão construindo nesta parte da cordilheira e este foi um dos grandes motivos de querermos passar logo por ali, quando este túnel estiver pronto a estrada que passa por cima talvez seja desativada devido ao seu custo de manutenção. Ao longo da subida também avistávamos muitas maquinas em estacionamentos feitos encravados na montanha. Chegamos na aduana Argentina as 16:15 hrs ( esta só funciona das 07:oo até as 17:00 hrs, então tem que haver um bom planejamento para não ficar preso por mais um dia por ali) demos entrada novamente na Argentina e seguimos adiante para SAN JOSE DE JÁCHAL para abastecer e seguir ate SAN JUAN, mas não havia gasolina por ali, então como tínhamos gasolina reserva seguimos viagem em um ritmo mais lento, ritmo este que não poderia ser superado mesmo se estivesse com o tanque cheio, a estrada agora ja asfaltada é estreita e segue por uma sequencia de curvas margeando paredoes de pedra que mais parecem com uma pedreira desativada e la em baixo segue um rio multi colorido não sei porque.

Após 90 km seguimos a ruta 40 por um deserto com estepes e fomos surpreendidos por uma tempestade com fortes rajadas de vento, levamos um susto tamanha era a força do vento e da chuva e logo 20 km adiante novamente o sol no brindou com um final de tarde magnífico.

A 100km do nosso destino final as motocas entram na reserva e o meu gps indica que o próximo posto é somente 96km então eu sugiro ao MARIO em usarmos a reserva e enrolar o cabo do acelerador para chegar logo, como duas cabeças pensam melhor que uma o MARIO comentou que não adiantaria usar a reserva e sair como louco acelerando e chegar até a cidade e nao haver gasolina, a Argentina tem muito disso sempre tem falta de gasolina nos postos. Sábio foi este pensamento do MARIO, seguimos em um ritmo lento 80km/h e chegamos a SAN JUAN com as motocas já tossindo de sede, abastecemos em um posto e graças ali não faltava gasolina tomamos também trez quilmes em litro, muitos curiosos vinham olhar as motos pois achavam que éramos integrantes do rally dakar que por sinal passara ali a alguns dias. Fizemos neste dia nossa melhor media de consumo da viagem 476km com 21,2 litros de combustível, ou seja 22,45 km/l. Nos hospedamos em um hotel bem simples e que na garagem tinha um carro bem antigo que pertencia a dona do local, logo que nos hospedamos chegaram trez motociclistas também do RS neste mesmo hotel, nos pediram sobre o paso aguas negras pois estavam rumando para la no dia seguinte. Saímos para jantar curtimos o centro e voltamos para descansar este dia foi realmente muito cansativo mas valeu a pena cada metro percorrido.

km do dia 476 km.