28 de dez. de 2013

DIA 2.

Saímos cedo, após um café que para ser café Argentino confesso na verdade que me surpreendeu e muito, pois em todo território argentino em todas as viagens em que ja fiz nunca presenciei um cafe de tal capricho.


Seguimos com destino a San Inácio para a visitação das ruínas jesuíticas e  já de manhã foi possível perceber que nosso dia seria de muito calor.


A uma hora de viagem chegamos as ruínas, compramos os bilhetes de entrada e adentramos ao parque onde se encontram as ruínas. Na entrada você observa explicações ilustradas de como eram as missões , datadas de 1605 foram construídas por padres jesuítas, com intuito de educar e catequizar o povo guarani que vivia nesta região, região esta que engloba os países  Argentina, Brasil e Paraguai.


Hoje só ruínas e um pequeno museo com artefatos da época e ferramentas se avistam no local, mas a grande atração está por conta da imponente igreja que ali se encontrava, somente uma parte da entrada da porta principal esta ainda de pé, uma parte do altar também se avista, junto com capelas e casa onde moravam os índios e o alojamentos dos padres, adega subterrânea e um patio enorme de fronte a igreja.


Os jesuítas construíram ali oficinas onde ensinavam o povo guarani artes como musica, carpintaria, cultivo de frutas e hortaliças além de educar e doutrinar o povo.


A guerra entre os países, a invasão do complexo para a prática de escravidão dos guaranis e a expulsão dos jesuítas contribuiu para a extinção das missões


Após a visitação rumamos com destino a Presidente Roque Sanz Pena, debaixo de um calor infernal, saímos da província de Missiones entrando na província de Corrientes. 

Com um calor desanimador que nos assolava fomos brindados com uma chuva, lavando nossa alma e refrescando bastante nossa viagem, faltavam ainda 460 km para chegar ao destino planejado e essa chuva nos deu um UP.
Passada a chuva já estavamos saindo da provincia de Corrientes entrando na província Del Chaco (conhecida por seu forte calor ) passando por uma linda obra da engenharia a ponte General Belgrano.


Seguimos a nosso destino final faltando 170 km e novamente um leve chuva nos brindou acalmando o forte calor que nos maltratava desde cedo.


Chegamos a cidade de Sanz Pena no final da tarde, nos hospedamos,lavamos a roupa do dia e saimos para jantar e conhecer a mesma, cidade esta muito diferente de todas as cidades que ja conheci neste  país, uma poluição visual som alto, me lembrou Mar Del Plata,


A cidade se transforma a noite, restaurantes tomam conta da calçada com mesas e cadeiras, vimos uma situação engraçada, uma camioneta puxando um reboque com uma caixa de som enorme, em cima da caçamba duas moças D`JS tocavam em uma mesa de som improvisada hits conhecidos na região, motos e scooters e mobiletes circulam a todo momento, não usam capacete, e vimos que carregam toda a família na moto, nao conseguimos fotografar, mas em uma moto sem luz estavam 4 pessoas incluindo um bebê, coisa de maluco. O meu parceiro de viagem segundo ele  se sentiu um ET  rimos da situação, pois ao entrarmos na cidade ao parar no primeiro semáfaro ao nosso redor dezenas de motonetas nos rodeavam, todos nao utilizavam capacete e pareciam teens alucinados voando por entre os carros, totalmente diferente da nossa situação onde na pilha do momento andávamos como tartaruga com capacete tamanha era a preocupação em andar neste transito caótico. 




 MAQUETE DAS MISSOES



 ENTRADA DA IGREJA
 FOTO ILUSTRATIVA MOSTRANDO O PROJETO COM AS TORRES


  O CALANGO SÓ NOS ESPIONANDO










 ALOJAMENTOS
SISTEMA DE  DRENAGEM  













E A CHUVA VEIO PARA NOS REFRESCAR








3 comentários:

  1. Parabéns Rapazes desejo-lhes Sorte e aproveitem bastante, fico acompanhando daqui com um pouquinho de inveja kkkkkkkkkkk.
    Um Forte Abraço
    Isaque

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  2. Caras que demais, nunca tinha visto calango de boné vermelho e óculos escuros, (kkkkkk) mão embaixo aí que agora estou em lado oposto mais com o coração com vocês!!! Forte abraço!!! Rony

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